Segunda, 29 DE novembro DE 2021

4 Dicas para melhorar a sua alimentação

Publicado em:

17 de
nov
Categorias: Saúde.

A alimentação é um dos principais indicativos da qualidade de vida de um indivíduo, elemento que reduz a predisposição para doenças crônicas, fortalece o sistema imune e retarda o envelhecimento, uma boa dieta é essencial para a rotina. 

A busca por melhores formas de se alimentar é uma demanda crescente nos escritórios de nutrição, impulsionada pelos crescentes números ligados à obesidade, à incidência de diabetes, hipertensão e alergias a compostos de alimentos comuns na dieta. 

A recomendação pela busca de um profissional especializado está sempre presente em qualquer artigo que trata deste assunto, entretanto, algumas dicas simples podem facilitar esse processo de transição. 

Presenciar o consumo de produtos com altos teores de açúcar, gorduras nocivas para o organismo, sódio e compostos químicos é frequente na mesa do indivíduo médio. 

Os baixos preços, a praticidade no preparo e afinidade com o paladar são os seus principais motores. É possível afirmar que alimentar-se bem exige certa dose de esforço. 

Cozinhar seus próprios alimentos, escolher fornecedores e estabelecimentos de comida pronta por entrega via motoboy são atividades que demandam um olhar mais atento do consumidor. 

São esforços compensados a curto e longo prazo, com melhorias visíveis na disposição e no desempenho diário. 

Alimentar-se melhor pode auxiliar o sono, reduzir o cansaço, melhorar o aspecto da pele e reverter quadros iniciais de doenças. 

A abordagem da alimentação saudável é um movimento na direção da medicina preventiva, um ponto de vista que enxerga a prevenção das doenças como um trabalho mais efetivo e barato, se comparado com o foco na correção de problemas já desenvolvidos. 

Impactos de uma alimentação de qualidade


Uma alimentação saudável é caracterizada pelo equilíbrio entre todas as substâncias necessárias para o funcionamento do organismo: 

  • Carboidratos;

  • Proteínas;

  • Fibras;

  • Vitaminas;

  • Minerais;

  • Até gorduras. 


Cada um desses elementos opera um papel vital nas atividades do metabolismo, revelando o potencial de prejudicar múltiplas partes do corpo caso apresentado em excesso ou em falta. É importante analisar cada componente de maneira separada. 

Carboidratos: a bateria do organismo


Os carboidratos são a principal fonte de energia usada para as atividades do organismo, uma lição aprendida em escola para criança

Engana-se quem considera atividade de gasto calórico apenas aquelas realizadas de modo consciente, como o movimento motor. 

Mais de 90% de toda a energia processada pelo corpo é consumida pelo metabolismo basal, termo usado para resumir todas as atividades coordenadas pelo sistema nervoso parassimpático, a parte do cérebro que comanda ações involuntárias. 

Entre essas ações, os batimentos cardíacos, o funcionamento dos pulmões, os processos de renovação celular, as sinapses entre neurônios, as contrações do aparelho digestivo e toda tarefa necessária para a sobrevivência do corpo fazem parte dessa categoria. 

Os carboidratos são representados por sua unidade estrutural, o monossacarídeo. 

Os principais tipos de monossacarídeo absorvidos pelo organismo são a glicose e a frutose, extraídas no final da digestão de alimentos ricos em carboidratos. 

Visitar uma churrasqueira gourmet de parede representa entrar em contato com uma ampla gama de alimentos, incluindo algumas fontes de carboidrato, como arroz e pães. 

A digestão completa desses compostos costuma durar em torno de 30 minutos a 2 horas. 

A glicose, fonte de carboidrato mais rica, é amplamente empregada na respiração celular para absorção de oxigênio, viabilizando o trabalho interno de sintetização de proteínas para o DNA e RNA. 

A falta desse composto pode gerar problemas do tipo: 

  • Oscilações hormonais bruscas; 

  • Queda de cabelo, fragilidade nas unhas e pele; 

  • Enfraquecimento do sistema imune; 

  • Desequilíbrio homeostático; 

  • Resistência à insulina; 

  • Deterioração da mucosa digestiva. 


Esses fatores são provocados pela necessidade em capturar proteínas para suprir as necessidades de idade não satisfeitas pelos carboidratos. 

Apesar de grande parte desses efeitos serem visíveis a longo prazo, o cansaço é um dos sintomas mais imediatos. 

Já o excesso de carboidratos está mais popularmente associado ao sobrepeso. 

Além deste, um derivado da transformação dos monossacarídeos em reservatórios de gordura, outros efeitos podem ser vistos na rotina diário quando há uma concentração elevada: 

  • Irregularidades no sono; 

  • Maior incidência de cáries e gengivite;

  • Maior frequência de acne; 

  • Ciclo digestivo desordenado; 

  • Sede excessiva.


Assim, o consumo de carboidrato deve ser controlado de acordo com as necessidades nutricionais de cada indivíduo, um aspecto influenciado por sua idade, sexo, peso, altura e hábitos diários de exercício físico indicados por nutricionista esportivo.

Proteínas: a unidade estrutural


As proteínas são apresentadas nas dietas mais populares como um elemento de fortalecimento da massa muscular e há uma verdade nisso.

Tratam-se de componentes importantes para o sequenciamento de estruturas celulares que formam todo o corpo. 

Caracterizadas como cadeias de aminoácidos, exercem múltiplas funções no organismo: auxiliam na produção de enzimas, viabilizam a renovação celular pelo sequenciamento de moléculas de DNA, atuam sobre o sistema de coagulação sanguínea, entre outros. 

No que compete à estrutura óssea e muscular, as proteínas facilitam a absorção de minerais que previnem a deterioração de suas estruturas, retardando o envelhecimento e prevenindo o aparecimento de doenças, como a osteoporose. 

Contudo, a presença excessiva desse componente pode provocar o comprometimento de fígados e rins, aumentar exageradamente a acidez do sangue e gerar o efeito oposto de sua finalidade: prejudicar a absorção de cálcio e outros minerais nos ossos. 

Sua falta, por outro lado, é um fator causador de desequilíbrios no sistema excretor, esgotamento mental, maior incidência de fraturas e traumas nos braços, pernas e articulações, assim como o desenvolvimento mais frequente de infecções. 

Minerais e vitaminas: mantendo a homeostase


Um centro de especialidades médicas lida, diariamente, com problemas desencadeados pelo desequilíbrio homeostático do corpo. 

Muitas vezes isso se apresenta na quantidade excessiva de substâncias vitais para o organismo, que neste contexto são toxinas.

O sódio é o mineral mais popular no consumo humano, representado pelo onipresente sal de cozinha. 

O problema mais comum nas populações pós-industriais é seu consumo excessivo, devido aos concentrados em conservantes, corantes e emulsificantes. 

O excesso de sódio na alimentação pode desencadear graves problemas na pressão arterial e circulação sanguínea, tornando o indivíduo predisposto a doenças cardiovasculares como anginas e até mesmo infarto. 

No caso das vitaminas, em suas múltiplas formas, sua proporção deve ser examinada por um nutricionista e clínico geral submetido a treinamentos profissionais, uma vez que sua falta e excesso podem gerar sintomas debilitantes para a rotina diária.

Melhorando a alimentação em 4 passos


Cuidar da alimentação é um fator de extrema importância para uma vida saudável, com efeitos que podem ser ainda potencializados pela prática regular de exercícios físicos. As principais dicas para implementação imediata são: 

1 - Controle o consumo de industrializados


Os alimentos industrializados são a grande causa do desequilíbrio no consumo de componentes essenciais para o organismo, desencadeando um fenômeno conhecido como desnutrição oculta, usualmente acompanhado de quadros de obesidade. 

A desnutrição oculta aparece quando o valor nutricional do que é consumido diariamente é tão baixo que é insuficiente para suprir as necessidades do organismo, ainda que o indivíduo coma várias vezes durante o dia. 

Muito comum entre crianças e adolescentes, a desnutrição oculta é um produto do descontrole no consumo de industrializados, como:

  • Enlatados;

  • Processados;

  • Biscoitos;

  • Salgados com alto teor de conservantes. 


O controle da alimentação pode começar pela substituição desses itens por derivados mais saudáveis, como receitas orgânicas envoltas em embalagem para biscoito caseiro, no lugar das soluções de supermercado. 

2 - Invista na salada


A salada é vista com aversão por muitas pessoas, um hábito iniciado muitas vezes na infância e estendido para a vida adulta. 

Um modo de corrigir esta tendência é compreender que existem múltiplos tipos de saladas disponíveis. O segredo é experimentar.

A variedade de verduras, hortaliças e até frutas, assim como temperos e molhos torna possível encontrar uma combinação que agrade a qualquer paladar. 

A descoberta pode ser deflagrada em uma aventura culinária, prática divertida que estimula o apetite. 

3 - Prefira carboidratos de lenta digestão


Os carboidratos são conhecidos por sua rápida digestão na maior parte dos pães, bolos e massas derivadas de trigo, fontes muito difundidas de glicose. 

O consumo excessivo pode ser explicado pela agilidade com que é absorvido, estimulando a fome. 

Carboidratos de lenta digestão são opções excelentes, especialmente para aqueles que desejam emagrecer, não apenas pela mais longa sensação de saciedade que podem fornecer, como também o maior teor de fibras em sua composição. 

4 - Substitua o doce por gorduras saudáveis


As oleaginosas formam um conjunto de alimentos que usualmente são agradáveis para o paladar humano, como castanhas e nozes. 

Além de ser um bom substituto para os alimentos concentrados em açúcar, são uma fonte saudável de gordura. 

Em uma embalagem de papel para hambúrguer, é possível estabelecer uma quantidade restrita desses frutos para o consumo entre refeições. 

Ricos em gorduras monoinsaturadas, castanhas e nozes também concedem saciedade para quem quer emagrecer.

Conclusão


Portanto, melhorar a alimentação é o melhor investimento para o futuro, uma vez que os custos são infinitamente menores que os ganhos. 

Hábitos saudáveis previnem doenças, aumentam a qualidade de vida e garantem um processo de envelhecimento mais gradual. 

Investir na alimentação não é um mistério, apesar da necessidade de consultar um nutricionista e profissionais especializados para a criação de uma dieta balanceada. 

Esse texto foi originalmente desenvolvido pela equipe do blog Guia de Investimento, onde você pode encontrar centenas de conteúdos informativos sobre diversos segmentos.
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