Terça, 07 DE dezembro DE 2021

Trabalhadores terá redução de até 40% na aposentadoria com a nova reforma

Publicado em:

7 de
dez
Categorias: Nacional, Notícias e Populares. Tags: Brasil, INSS, Notícias, Politica, Presidente e Temer.

O deputado Henrique Fontana (PT-RS) rebate a tese do governo de que a reforma da Previdência não vai prejudicar os mais pobres e irá combater os privilégios. Para o parlamentar, os novos cálculos irão achatar as aposentadorias dos trabalhadores que ganham mais de um salário mínimo, mas com uma renda ainda baixa para viver bem na velhice.


São mudanças que prejudicam muito milhões de brasileiros que aguardam para se aposentar, com baixos salários. Não é como a propaganda do governo que diz que vai combater privilégios. Na verdade essa proposta, se for aprovada, vai reduzir a aposentadoria de trabalhadores que estão às portas de se aposentar, com salários de aposentadoria de R$ 2, R$ 3 mil e vai reduzir essas aposentadorias em 20 a 40% em valor pelo método de cálculo que será usado.


O projeto que está em discussão aqui, volto a dizer, é para pegar um trabalhador que está prestes a se aposentar, todos vocês que contribuem ao INSS, todos, sem exceção, terão redução nas suas aposentadorias futuras de até 40%. Então cortar uma aposentadoria de R$ 2 mil e baixar para R$ 1.200 não é cortar privilégio em nenhum lugar do mundo.


Para o parlamentar, o governo poderia adotar outras estratégias para melhorar as contas que não fosse a reforma com redução tão grande no valor dos benefícios.


— Dizem que a economia só tem caminho se cortar a aposentadoria de milhões de trabalhadores. Temos outras formas de equilibrar contas públicas, buscar mais recursos e especialmente para combater privilégios.


O deputado sugere quatro alternativas à reforma:


1) propor o congelamento do teto salarial do País. Salários de deputados, juízes e ministros do Supremo, poderiam ser congelados por cinco anos.


2) Taxação de imposto sobre lucros e dividendos sobre aplicações no mercado financeiro. "O Brasil é um dos únicos três países do mundo que não cobram sobre lucros e dividendos do mercado financeiro".


3) Introduzir imposto sobre grandes fortunas.


4) Mudar a previdência de quem ganha acima de 15 salários mínimos.



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